
Sistema sanitário
Cabo Verde, em comparação a alguns outros países Africanos, tem um sistema sanitário operacional cuja rede abrange todo o território nacional. Mas ainda não alcançou o nível europeio. A clima seca e os esforços de higiene sobretudo na gastronomia e hoteleria de qualidade fazem com que os riscos sejam inferiores aos no continente africano.
No entanto, o viajante deve respeitar as regras básicas de higiene e de alguma prevenção para cuidar bem da sua saúde. A lavagem regular das mãos, o consumo de carnes e outras comidas bem passadas e a desinfecção da água potável são os conselhos mais importantes.
As doenças de viajem mais comuns são infecções do tracto gastrointestinal, perfeitamente preveníveis. São tanto mais desagradáveis quanto mais violenta a diarréia e a náusea que eventualmente podem custar preciosos dias de férias.
Na entrada não há vacinações obrigatórias. Mas recomenda-se completar as vacinações contra tétano, poliomielite, febre tifóide, colera e hepatite A e B, sobretudo para viajantes que costumam conviver estreitamente com a população local.
O número de casos autóctonos de paludismo (malaria trópical por plasmodium falciparam) são tão raros, que uma profilaxe de rotina não se justifica. A área de expansão está limitada ao sul da Ilha de Santiago.
O sistema sanitário consiste de centros de saúde com serviços médicos de urgência de 24 / 24 horas e consultórios de médicos privados. Nas localidades menores tem postos sanitários geridos por enfermeiros. Hospitais no sentido da Organização Mundial de Saúde, com sirugrias de emergência, anestesia e banco de sangue existem em Santo Antão , São Vicente, Santiago e Fogo.
Nota: Em crioulo, qualquer estrutura sanitária que tem camas, do posto sanitário até ao hospital central, e chamada "hospital"
A fim de star prevenido, recomenda-se levar os medicamentos que costuma tomar com regularidade ou no caso das enfermidades mais frequentes.







